Partindo de uma situação problema o LIXO - Integrando a Matematica ao Mundo Real estudando o conceito de volume e como dimunuir a produção de lixo,foi desenvolvida uma oficina para os professores do 6º ao 9º ano do curso de matematica, isso com o objetivo de compreenderem melhor a importancia de planejar atividades contextualizadas apresentando o tema o lixo; otimizar o tempo do planejamento; capacitar quanto a analise das habilidades a serem desenvolvidas na sua pratica pedagógica e apresentações de situações problemas vinculada a dia a dia.
Foi um momento de grande importancia para os professores, pois como podemos observar muitos ainda tem dificuldades na questão de planejar, principalmente quando se trata de planejar e trabalhar com atividades contextualizadas e interdisciplinada.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Plano de aula contextualizado sobre o lixo
http://docs.google.com/present/view?id=dfrkb38p_10hdgp9cdp Partindo de uma situação problema Integrando a Matematica no Mundo Real para estudar o conceito de volume e como diminuir o lixo foi realizada uma oficina de planejamento com os professores do 6º ao 9º ano do curso de matematica com o objetivo de: Compreender melhor a importancia de planejar e trabalhar atividades contextualizadas com o tema o LIXO analisando as habilidades a serem desenvolvidas na sua pratica pedagógica. As expectativas foram alcançadas pois os prefessores participaram ativamente, alguns puderam tirar suas duvidas quanto a um planejamento interdisciplinar e contextualizado.
Plano de aula sobre Espaço e Forma, Grandezas e Medidas
Nesse endereço você vai encontrar um planejamento explorando Espaço e Forma, Grandezas e Medidas. http://docs.google.com/View?id=dfrkb38p_27fdtwg6d9
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Planejamento de aula
Unidade escolar: Custódia da Silva Pedreira
Professor: Maria Lucia Alencar Soares
Disciplina: Matemática Série : 6º ano
Planejamento de aulas de 24 a 28 de maio de 2010.
Objetivos:
Mostrar a Visualização da relação quantitativa do litro com outras unidades de volume, a partir de procedimentos que dêem significados às regras de transformação.
Praticar a leitura e a interpretação das unidades de volume, perímetro e área.
Eixo Norteador:
Espaço e Forma
Competências:
Ser capaz de ver que a geometria, contribui para aprendizagem dos números e medidas, estimulando a observação, a percepção de semelhanças e diferenças, a construção, a aplicação de propriedades e a transformação de figuras.
Habilidades:
Desenvolver a capacidade de tratar diferentes grandezas como: comprimento, superfície e volume
Resolver situações-problemas que envolva cálculo de perímetro, área e volume
Conteúdos:
Unidades de Medidas de Volume
Unidades de medidas de Capacidade
Metodologias:
Aula explicativa
Aula de leitura
Aula pratica
Situação Didática:
Através da leitura do livro didático do aluno pág. 99 apresentar o cubo como um sólido para medir volume.
Exercitar a interpretação da definição de que um metro cúbico é o espaço ocupado por um cubo de 1m de aresta
Mostrar o procedimento do calculo do volume através de uma caixa cúbica.
Desenhar a caixa como exercício de visualização.
Aplicar atividades explorando conhecimentos de volume através de informações contidas em jornais, revistas, livros etc.
Recursos:
Livro didático, jornais, revistas, cubo, caixas, régua, giz colorido.
Avaliação:
Através da leitura, na observação e participação da aula, na resolução das atividades aplicadas
Referencias Bibliográficas:
Dante, Luiz Roberto
Tudo é matemática/ Luis Roberto Dantes---3 ed. São Paulo: Ática 2009
Professor: Maria Lucia Alencar Soares
Disciplina: Matemática Série : 6º ano
Planejamento de aulas de 24 a 28 de maio de 2010.
Objetivos:
Mostrar a Visualização da relação quantitativa do litro com outras unidades de volume, a partir de procedimentos que dêem significados às regras de transformação.
Praticar a leitura e a interpretação das unidades de volume, perímetro e área.
Eixo Norteador:
Espaço e Forma
Competências:
Ser capaz de ver que a geometria, contribui para aprendizagem dos números e medidas, estimulando a observação, a percepção de semelhanças e diferenças, a construção, a aplicação de propriedades e a transformação de figuras.
Habilidades:
Desenvolver a capacidade de tratar diferentes grandezas como: comprimento, superfície e volume
Resolver situações-problemas que envolva cálculo de perímetro, área e volume
Conteúdos:
Unidades de Medidas de Volume
Unidades de medidas de Capacidade
Metodologias:
Aula explicativa
Aula de leitura
Aula pratica
Situação Didática:
Através da leitura do livro didático do aluno pág. 99 apresentar o cubo como um sólido para medir volume.
Exercitar a interpretação da definição de que um metro cúbico é o espaço ocupado por um cubo de 1m de aresta
Mostrar o procedimento do calculo do volume através de uma caixa cúbica.
Desenhar a caixa como exercício de visualização.
Aplicar atividades explorando conhecimentos de volume através de informações contidas em jornais, revistas, livros etc.
Recursos:
Livro didático, jornais, revistas, cubo, caixas, régua, giz colorido.
Avaliação:
Através da leitura, na observação e participação da aula, na resolução das atividades aplicadas
Referencias Bibliográficas:
Dante, Luiz Roberto
Tudo é matemática/ Luis Roberto Dantes---3 ed. São Paulo: Ática 2009
terça-feira, 18 de maio de 2010
Conceituando Hipertexto
Hipertexto designa uma coleção de documentos com links, ou hiperlinks, que auxiliam o leitor a ir de um texto (texto escrito ou imagem) a outro. O termo hipertexto foi cunhado por Ted Nelson, em 1960, em um projeto desenvolvido quando aluno de pós-graduação, em Harvard (WHITEHEAD, 1961). Apesar de que Bush foi o responsável pela sua concepção.
O hipertexto pode ser considerado como um conjunto de fragmentos de informações, ou seja, uma rede de nós ligados por conexões, onde esses nós são palavras, páginas, imagens, seqüência sonoras, eles não estão ligados linearmente, cada um tem sua particularidade.
Hoje como os mecanismos de busca são cada vez mais inteligentes, qualquer leitor na web pode utilizar hipertexto, saindo do texto e voltando ao mesmo, sempre que quiser aprofundar seu conhecimento sobre algum tópico ou encontrar alguma informação rápida sobre algo mencionado no texto.
Já existe software, por exemplo, que transforma um texto inteiro em hipertexto, associando cada palavra ao correspondente verbete em um dicionário.
A Internet oferece tecnologias que permitem a criação de textos graficamente mais criativos e novas formas de comunicação. O mais interessante é que a linguagem da Internet possibilita a criação de uma inteligência coletiva. Em texto no prelo, Paiva (2005) (http://www.veramenezes.com/comunidades), é discutido esse conceito.
Considero que, hoje, vivemos duas instâncias de uso da linguagem. A “real” e a virtual. Muitas atividades mediadas pela linguagem, em interações face a face ou mediadas por papel, áudio ou vídeo, podem, hoje, ter sua contrapartida na Internet, ou seja, pela mediação do computador.
Referências
PAIVA, V.L.M.O. Comunidades virtuais de aprendizagem e colaboração .Trabalho apresentado no III SILEL, em 2004, na UFU. Uberlândia. 2005
WHITEHEAD, J. Orality and Hypertext: An Interview with Ted Nelson. Disponível em http://www.ics.uci.edu/~ejw/csr/nelson_pg.html Acesso em 21/09/2004
O hipertexto pode ser considerado como um conjunto de fragmentos de informações, ou seja, uma rede de nós ligados por conexões, onde esses nós são palavras, páginas, imagens, seqüência sonoras, eles não estão ligados linearmente, cada um tem sua particularidade.
Hoje como os mecanismos de busca são cada vez mais inteligentes, qualquer leitor na web pode utilizar hipertexto, saindo do texto e voltando ao mesmo, sempre que quiser aprofundar seu conhecimento sobre algum tópico ou encontrar alguma informação rápida sobre algo mencionado no texto.
Já existe software, por exemplo, que transforma um texto inteiro em hipertexto, associando cada palavra ao correspondente verbete em um dicionário.
A Internet oferece tecnologias que permitem a criação de textos graficamente mais criativos e novas formas de comunicação. O mais interessante é que a linguagem da Internet possibilita a criação de uma inteligência coletiva. Em texto no prelo, Paiva (2005) (http://www.veramenezes.com/comunidades), é discutido esse conceito.
Considero que, hoje, vivemos duas instâncias de uso da linguagem. A “real” e a virtual. Muitas atividades mediadas pela linguagem, em interações face a face ou mediadas por papel, áudio ou vídeo, podem, hoje, ter sua contrapartida na Internet, ou seja, pela mediação do computador.
Referências
PAIVA, V.L.M.O. Comunidades virtuais de aprendizagem e colaboração .Trabalho apresentado no III SILEL, em 2004, na UFU. Uberlândia. 2005
WHITEHEAD, J. Orality and Hypertext: An Interview with Ted Nelson. Disponível em http://www.ics.uci.edu/~ejw/csr/nelson_pg.html Acesso em 21/09/2004
Assinar:
Postagens (Atom)